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A posse dos eleitos Imprimir
Escrito por Gabriel Guidotti   
Quarta, 04 de Fevereiro de 2015 - 22:17

20150101175224244192iNo dia 1º de janeiro de 2015, a nação viu a história sendo escrita. Muito em breve, a posse de Dilma Rousseff para o segundo mandato na presidência da República estará nos livros, ensinando às futuras gerações os principais aspectos do quarto governo seguido do PT. Será um capítulo feliz, de prosperidade em todas as áreas? Ou o Brasil vai esmorecer em um momento delicado, onde a corrupção consome a crença do cidadão no atual sistema?

Se depender das palavras de nossa atual mandatária, o país vai crescer como nunca antes. No Congresso Nacional, Dilma discursou aos parlamentares com solidez impressionante, estabelecendo a prioridade para os próximos quatro anos: a educação. Na pasta, a petista indicou o ex-governador do Ceará Cid Gomes (Pros), irmão do ex-presidenciável Ciro Gomes. Os principais desafios do escolhido serão facilitar o acesso ao ensino de base, bem como qualificar critérios de avaliação em escolas e universidades.

Além disso, a presidente destacou a importância de buscar um equilíbrio nas finanças, a fim de recuperar a imagem da economia – arranhada por um período de baixo crescimento e alta inflação. “Mais do que ninguém, sei que o Brasil precisa voltar a crescer. Os primeiros passos dessa caminhada passam pelo ajuste nas contas publicas”, afirmou. Na explanação, que durou cerca de 44 minutos, ainda foram abordados outros temas, como reforma política, corrupção, Olimpíadas e eleições.

No Rio Grande do Sul, a solenidade não teve a pompa do que se viu no Palácio do Planalto. Ainda assim, José Ivo Sartori assumiu o governo do Estado. Ao se pronunciar a dezenas de convidados que ocuparam os corredores do Piratini, ele mostrou a mesma simplicidade com que conduziu sua campanha. O arcabouço do peemedebista será o reajuste das contas do Estado, atormentadas por uma dívida bilionária. Uma interlocução cada vez maior com o cidadão, favorecendo a transparência, também está nos planos do novo chefe do Executivo.

Tanto na esfera federal quanto estadual, os desafios são enormes para nossos gestores. Passada uma desgastante eleição, é a hora de, em vez de críticas, o cidadão distribuir apoio, pois é por meio de Dilma e Sartori que o Brasil e o Rio Grande do Sul avançarão ou retrocederão décadas no próximo quadriênio. No momento, só resta desejar muita sorte e responsabilidade com o uso do poder. Que nos representem bem.

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