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A Copa e o Dia dos Namorados Imprimir
Escrito por Gabriel Guidotti   
Quinta, 12 de Junho de 2014 - 23:05

gra1Dia dos Namorados. Momento especial para renovar votos. E para assistir a seleção brasileira na Copa do Mundo. Nesta quinta-feira, 12, às 17h, o país fará história. O primeiro chute na bola, aquele que abrirá os trabalhos para o grande evento esportivo, será em homenagem ao amor. O amor entre jovens despreocupados, casais apaixonados e mesmo os “ficantes”, que ali tem oportunidade única para fazer o gol do relacionamento. Na Copa, contudo, o namoro de todo brasileiro consciente é com uma imensa faixa de terra, multifacetada e culturalmente colorida: o país.

Namorar é um sentimento sincero do gosto que se tem por outra pessoa. Aquela que lhe completa, que lhe apoia nos períodos conturbados. Talvez a reciprocidade do Brasil para com seu cidadão não seja tão tangente, mas existem relacionamentos difíceis. Alguns exigem engajamento e muita, muita compreensão. Essa realidade se mostra no futebol. Para a conquista do título, será preciso apoiar incondicionalmente o esquete canarinho. E falo de apoio dentro e fora do campo.

Cada gol da seleção terá valor de um beijo que o Brasil dará diretamente nos lábios da nação. Cada venda de artigo, cada estrangeiro interessado em aqui investir; muitos beijos virão. Sim, é a hora de ser ufanista. É a hora de superar gargalos das políticas públicas e projetar intenções positivas pela realização da maior Copa de todos os tempos. O evento está aí, vai acontecer. Abra a janela e olhe para as ruas: tudo em verde-amarelo. Em solo brasileiro, será possível congregar valores de paz que o só futebol enleva, integrando um mundo plural que já provou de terríveis guerras no passado. Para os solteiros, um prato cheio: as holandesas virão em massa.

Com meses de antecedência, as esferas pública e privada se prepararam para o encontro com mais de 800 mil turistas estrangeiros que visitarão o país. Destes, cerca de 80 mil acompanharão os cinco jogos da Copa no Rio Grande do Sul. A primeira impressão é decisiva para a consagração de um bom relacionamento. Mas se não virar namoro, ficam os inesquecíveis momentos registrados em muitas fotos, vídeos, bem como as lembranças de uma série de atrações especiais.

Havia condições para a hospedagem do Mundial? Discussão retrógrada que, à época, nunca foi feita. O futuro começa daqui para frente. Não se inicia um namoro pensando em tudo de ruim que pode acontecer. A Copa de 2014 é possível, pois há uma maioria engajada, disposta a auxiliar na organização do evento e ávida em denunciar criminosos que porventura abusem da falta de conhecimento dos visitantes.

É preciso melhorar? Sim, e muito para igualar as mesmas condições providas por países europeus em competições de grande porte. Mas o pontapé inicial abre precedente e cria inúmeros aprendizados. De 2007 a 2014, tudo foi construído para culminar neste dia. O amor está no ar – no esporte e nas caras-metades. Beije longamente sua esposa. Reconcilie-se com a namorada. Diga para a “ficante” que o envolvimento não será temporário. Mova uma sinergia positiva a fim de reverberar a cultura brasileira por todos os cantos do planeta. Que seja uma grande Copa, especialmente aos namorados! Viva a seleção! Viva o Brasil!

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