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Falta competitividade no mercado gaúcho de carne bovina Imprimir
Escrito por Giovani Gafforelli   
Sexta, 31 de Agosto de 2012 - 12:56

competitividadeNesta quinta-feira, 30/088, aconteceu a palestra sobre 'A relevância organizacional para competitividade da carne bovina gaúcha', com o professor da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) e médico-veterinário, Júlio Otávio Barcellos.

Em seu fórum de discussões, o palestrante abordou o que falta para o Rio Grande do Sul ser mais competitivo no mercado de carne bovina. O mesmo acredita que o produtor deve transformar a concorrência em algo factual, concreto.

Para o professor, a competitividade é o mesmo que sobreviver e crescer, e este seria o principal motivo para o mercado de carne bovina gaúcha não se espandir e ficar parado no tempo. Segundo Júlio Barcellos, existem cinco conceitos para competir, que são: tecnicas e procedimentos,marcas para os produtos, marketing, serviços, saberes e culturas

Marco regulatório

Segundo o professor Júlio Barcellos, o Rio Grande do Sul importa carne bovina, pois falta ao produtor tecnologia para produção e um melhor gerenciamento da tecnologia existente. Para o nosso estado, que é o maior consumidor de carne bovina do país, faltariam algumas requisitos para se tornar o maior produtor de gado do Brasil, como os selos de garantia em suas carnes, a criação de um Instituto da carne gaúcha e a diversificação da prosução.

Mas, mesmo que o caminho para produzir esteja traçado, ainda existem muitas dificuldades para o produtor estar habilitado a vender, como: autorização da vigilância sanitária, um preço atraente e uma disponibilidade maior para o mercado.

 


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