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Galos são o trunfo de avicultores Imprimir
Escrito por Luiz Antunes   
Quinta, 29 de Agosto de 2013 - 16:28

galo2No pavilhão dos pequenos animais. é possível encontrar galos de todas as cores, tamanhos, raças e tipos. O local  tem despertado o interesse dos avicultores e dos visitantes, em especial das crianças, que demonstram curiosidade com o animal. 

O presidente dos avicultores de Santa Vitória do Palmar, Vanderlei Martins, apresentou as sete espécies de galos mais vendidos na Expointer 2013: Brahma, Orptom Preto, Orptom Amarelo, Viandot, Sussex, New Rampchaid e Legorne. 

Vanderlei explica que o animal é dócil e não agressivo como muitas pessoas imaginam. “A imagem que as pessoas têm é que o galo é forte, independente, viril e brigão. Ele não é agressivo por natureza. Se você moldar qualquer animal de maneira incorreta, óbvio que ele pode desenvolver traços de irritação. Criar bem é a dica!”. 

Todas as raças vendidas na Expointer são 100% puras, tanto os galos para produção, quanto os ornamentais, pois a importação e a exportação deste tipo de animal são ilegais no Brasil. Assim, os avicultores precisam se esforçar para manter a espécie e seguir vendendo. 

Os cuidados básicos com um galo são: ter uma área grande para o animal ficar solto, dar 150g de ração balanceada por dia, muita água, palha de trigo no chão e, para cada dois metros e meio quadrados, precisa haver no mínimo duas galinhas para cada macho. “Sugiro que o número de galinhas sempre seja o dobro dos galos. É um bicho que precisa ter o seu ego inflado.” Afirmou o avicultor Henrique Palma, no ramo há dez anos. 

A ave está disponível, no pavilhão dos pequenos animais, a partir de R$ 60,00. Conforme as raças e a idade, o animal pode atingir o preço de até R$600,00. O Brahma, campeão deste ano na categoria “qualidade das penas”, é um dos mais raros e caros no stand. 

Rinhas de galo

Vanderlei Martins alegou que existem pessoas mal intencionadas, que compram galos na Expointer para realizar combates ou comercializá-los para este fim. “Existe uma lei que proíbe rinhas, mas muitos não respeitam. Sei que existem pessoas que compram aqui todos os anos com essa finalidade e não aprovo. Não sei se falam a verdade ou não, mas se for, irei denunciar”, conclui.

 


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