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Aécio Neves, candidato à presidência, visita a Expointer Imprimir
Escrito por Vivian Leal   
Sábado, 06 de Setembro de 2014 - 21:57

Aécio1Acompanhado pela candidata ao governo do Estado na coligação Esperança, que une os partidos: PP, PSDB, SDD e PRB, Ana Amélia Lemos, e da candidata ao senado pelo PP, Simone Leite, Aécio Neves, do PSDB, chegou ao Parque de Exposições Assis Brasil por volta das 13h de sexta-feira (5/09). Em função de uma agenda bem articulada, o candidato dividiu as atenções, por quase uma hora, com a concorrente, atual presidente da República e candidata a reeleição, Dilma Rouseff (PT), sem que um encontro entre os dois presidenciáveis pudesse acontecer.

O presidenciável andou pelo parque, onde encontrou colegas de coligação partidária, acenou para o público, permitiu alguns "selfies" e fez visitas ao Pavilhão da Agricultura Familiar, casa do Cavalo Crioulo e aos veículos de comunicação presentes; Jornal O Sul, Rede Bandeirantes e Grupo RBS, onde concedeu entrevista exclusiva à Rádio Gaúcha.

A comitiva de Aécio foi recepcionada pelo presidente da Federação da Agricultura do Estado do Rio Grande do Sul (Farsul), Carlos Sperotto, e na sequência o candidato externou a sua opinião sobre a importância do agronegócio no país: "Quando falo, por exemplo, que ainda há necessidade de criarmos aquilo que eu chamei de 'super' Ministério da Agricultura, agregando muitas atividades, ainda dispersas em outras áreas da administração pública, e colocar a área da agricultura em nível de relevância, no Ministério da Fazenda, no Ministério do Planejamento, que planeja, encaminha e executa a proposta orçamentária, quero dizer que nós tiraremos essa área tão central e decisiva para crescimento da economia brasileira - da geração de renda, da geração de empregos - dessa barganha política e das negociações menores que nós temos assistido ao longo dos últimos anos". E complementou: "Se não fosse o agronegócio, a agricultura e a pecuária, certamente, o Brasil estaria arrecadando dados piores do que vem colhendo e, só não está pior, porque felizmente, nós temos umagronegócio extremamente produtivo".

Ideb

Um dos pontos que o presidenciável fez questão de citar foi o Índice de Desenvolvimento da Educação Básica do estado que governou: Minas Gerais. Nas palavras de Aécio, "O Governo Federal acaba de anunciar que Minas Gerais tem o melhor ensino fundamental, das séries iniciais as finais, do país. Isso é o resultado de uma gestão pública, eficiente, com foco e, com gente qualificada".
Plano de Governo

Aécio comentou que o seu governo será regido pela verdade. Segundo ele, apenas a verdade lhe permite defender os mesmos valores, princípios e crenças do começo, até o fim da caminhada política. Também ressaltou que o histórico do candidato deve ser avaliado e que suas propostas se baseiam com o que fez enquanto governador de Minas Gerais, ao colocar apenas pessoas ligadas aos setores representativos para tornar as áreas mais profissionais. "Eu sigo um antigo pensador espanhol chamado Baltazar Graciano, que dizia: se você não pode ter sob o seu domínio todo o conhecimento, cerque-se dele".

Ainda, segundo ele, o Brasil precisa de um choque de logística, de investimento em infraestrutura e que as parcerias com os setores privados foram demonizadas. E por conta disto, investimentos de grande porte, que já deveriam estar prontos, estão atrasados, como o processo de modernização dos polos. O abandono do investimento de ferrovias e hidrovias também são fatores prejudiciais ao desenvolvimento da república. "O meu governo terá o compromisso de declarar, no primeiro dia, guerra ao custo Brasil". Concluiu.

Em resposta a uma repórter do Sistema Brasileiro de Televisão (SBT), Aécio afirmou: "O agronegócio brasileiro, da porteira pra fora, é o mais produtivo do mundo. Mas da porteira pra dentro, faltam ferrovias, hidrovias e portos competitivos. E por isso há a necessidade de um governo de compromisso sincero e estruturante para com o agronegócio. E concluiu ao afirmar: "Em nosso governo, ninguém vai precisar ter crachá com nome de candidato à presidência da república", uma menção à concorrente Dilma Rousseff, cuja assessoria distribuiu credenciais para a entrevista coletiva, com a frase "Dilma presidenta 13". A ação foi considerada propaganda irregular por parte da Justiça Eleitoral do Rio Grande do Sul, que recolheu o material e encaminhou ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

 


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