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Presente pela segunda vez na Expointer, ‘cavalo cigano’ encanta pela beleza exótica. Imprimir
Escrito por Moisés Machado   
Sexta, 04 de Setembro de 2015 - 00:20

 MG 6140

Visitantes da 38ª Expointer não resistem a beleza de um cavalo de pelagem exótica, elegância e porte que troteia pelo parque. Ao ser avistado dezenas de smartphones e câmeras são apontados em sua direção para registrar o imponente GipsyHorse, de origem europeia, criado em Taiaçu, interior de São Paulo, presente pela segunda vez, em Esteio. E toda a beleza custa caro, quem deseja levar para casa um exemplar deste belo animal deve preparar o bolso: um potro é comercializado entre R$ 35 mil e R$ 45 mil.

O GispyHorse, conhecido no Brasil como “cavalo cigano”, é uma raça recente, registrada oficialmente em 1996. Desenvolvida por ciganos nativos do Reino Unido, tem como características as patas peludas e longas crinas. A pelagem mais comum é o malhado em preto e branco. Possui ainda músculos portentosos e a conformação ideal para cavalos de tração. De acordo com o seu perfil psicológico, se mostra calmo, amável e extremamente inteligente. É a raça ideal para adestramento em circo e atrelagem, uma espécie de “triatlon”, onde o objetivo é mostrar a versatilidade do condutor na condução de um ou mais cavalos atrelados a um "carro" (carruagem ou trole). E, tem sido também empregado na Pet Terapia.

O GipsyRanch Brasil, presente pela segunda vez na feira, é pioneiro e especializado na criação da raça. Vanderson dos Santos Vieira, 32 anos, é gerente do haras e destaca algumas características do animal importado da França pelos criadores. “Você vê que ele tem uma pelagem exótica e se supera em treinamento, docilidade, inteligência”. Ele é o perfil perfeito dos ciganos ingleses, que queriam um cavalo rústico, resistente e bonito, explica Vieira, que ressalta: “E o cigano é enjoado, você sabe.”

O gerente do haras disse que a aceitação na feira tem sido excelente. “Quando eles chegaram da França, em 2012, a primeira feira que participaram foi aqui, em Esteio. Naquela oportunidade, nós não tínhamos ainda potros para venda, dessa vez trouxemos dois e vendemos já no primeiro domingo”, conta Vanderson, que diz já ter vendidos outros potros da raça por até R$ 70 mil reais.

Segundo o gerente, os animais, além de dóceis, são muito fortes e completamente aptos para inúmeros trabalhos, sendo recentemente empregado na Pet Terapia. “Montamos o projeto e a índole dele, de ser muito dócil, aliado à altura, facilita muito para você trabalhar com o deficiente, até para colocar ele em cima do cavalo, ajuda”, diz.
O cavalo cigano fica na feira até o dia 06 de setembro, quando a edição de 2015 da feira chega ao seu final. Os visitantes podem encontrá-los no estande de equinos, ou ainda sendo montado por Vanderson que passeia pela feira, na mira das lentes e flash’s dos curiosos.

 


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