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Alemanha: o país homenageado Imprimir
Escrito por Gabriel Guidotti   
Domingo, 17 de Novembro de 2013 - 11:19

ALEA Alemanha é o país homenageado da Feira do Livro de Porto Alegre 2013. Na área internacional, um estande montado pelo Instituto Goethe – instituição alemã de promoção cultural – convida os livreiros a conhecerem mais da cultura do país do europeu, principalmente em meio às obras de autores consagrados, como Ingo Schulze e Jasmin Ramadan.

O estande apresenta diversos materiais didáticos. O forte, entretanto, são as obras traduzidas do alemão para o português em aquelas escritas na língua nativa. Para os gaúchos, há títulos de autores consagrados, como Moacyr Scliar e Clarice Lispector – traduzidos para o alemão. Segundo a bibliotecária Rosa Vidal, o local funciona sobre três pilares: idioma, programação cultural, e conhecimento sobre a Alemanha. Destaca ainda que obras traduzidas de Moacyr e Clarice foram apresentadas na Feira do Livro de Frankfurt, realizada em outubro.

O público é diversificado e apresenta pessoas que desejam, principalmente, conhecer a língua, a cultura, além daqueles que têm ascendência no país. Sobre as vendas, os livros de Jasmin Ramadan, que esteve autografando na Feira do Livro, estão no topo. Há expectativas tambémde boas vendagens para as obras de Ingo Schulze, autor que autografará na Feira no dia 16, às 20h, no Centro Cultural Érico Veríssimo.

A coordenadora da área geral de literatura adulta e organizadora da área internacional, Jussara Rodrigues, explica que a escolha se deu pelos laços históricos que reúnem os dois países, principalmente na conexão imigratória. “Conversamos com o instituto Goethe e determinamos a comemoração do ano da Alemanha no Brasil com uma programação especial na Feira”, assinala.

Jussara ressalta também a aproximação literária entre os dois países, não apenas com o estande internacional, mas com a integração de escritores, técnicos, traduções e a cada no crescia. “Na Alemanha, a literatura tem um grande caminho. Mas a Feira, em si, está permitindo a confraternização literária de vários países”. Para ela, o evento é importante pelo intercâmbio de culturas, sob outras formas de ver e escrever. “Formas que já orientaram nosso literatura”, conclui.

Texto escrito para a oficina de Jornalismo da Record. Acesse: http://www.correiodopovo.com.br/blogs/oficinadejornalismocp/

 


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