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O som da matraca invade a Praça Imprimir
Escrito por Anselmo Cunha. Fotos de Carlos Macedo   
Sábado, 30 de Outubro de 2010 - 18:25

20Está aberta a cobertura da Feira do Livro, o maior evento literário da América Latina. Neste ano, a Agência Experimental de Jornalismo do IPA (AJor) faz uma parceria com o Queb, um dos mais prestigiados sites na área de eventos culturais de Porto Alegre.

Os futuros jornalistas vão experimentar a prática da cobertura jornalística, ao percorrer diariamente os espaços da Feira do Livro com o propósito de trazer aos nossos leitores as principais informações e curiosidades, deste que é um dos mais aguardados eventos culturais de Porto Alegre.

Os nomes dos acadêmicos que participam da cobertura virão junto aos textos, imagens e vídeos postados com o auxilio do programador visual da AJor, Carlos Tiburski. Também colaboram com a AJor os alunos que atuam junto ao Queb: Edimar Blazina e Uriel Castros. Na área de fotografia teremos a colaboração do veterano Carlo Macedo, quase jornalista.

A todos, uma boa Feira do Livro!

Profª Lisete Ghiggi
Supervisora da AJor

 

A Feira do Livro de 2010 é folclórica

Já está aberta a 56º edição da Feira do Livro de Porto Alegre, que trouxe para a Praça da Alfândega, além do velho sino badalado pelo Xerife José Julio La Porta, o som inusitado da matraca, acionada pelo patrono Paixão Côrtes. Com esse novo elemento sonoro, os porto-alegrenses já foram avisados: o tradicionalismo e o folclore gaúcho vão marcar presença no maior espaço a céu aberto da América Latina, onde os livros e os seus enredos são a atração.

No final da tarde desta sexta-feira, dia 29, antes mesmo da abertura oficial da feira, podia-se notar as singularidades desta edição. Grupos folclóricos desfilavam pela Praça da Alfândega trajando uniformes, tocando e cantando suas canções, chamando a atenção de todos que passavam no local. Estavam lá para homenagear o trabalho e a dedicação de Paixão Côrtes no estudo do folclore gaúcho.

Mais tarde, na abertura oficial da Feira, ocorrida no Teatro Sancho Pança, no Cais do Porto, o patrono da 55º edição, Carlos Urbim, passou oficialmente o troféu da Câmara Riograndense do Livro ao tradicionalista Paixão Côrtes, nomeando-o oficialmente patrono da 56º edição da Feira.

Na troca de cargos, Urbim agradeceu a sua escolha como patrono e por ter à sua disposição "A maior vitrine regional para a obra de um escritor".Também relembrou a trajetória do seu conterrâneo, Paixão Cortês, ambos nascidos em Santana do Livramento.

Como nas grandes comemorações do município, lá estava a Banda Municipal de Porto Alegre, para entoar os hinos Rio-Grandense e Nacional, agregando personalidades como os políticos Olívio Dutra, o prefeito José Fortunati e a vereadora Fernanda Melchionna que, em entrevista ao Universo IPA, caracterizou a Feira como "mais uma oportunidade de lutar pela valorização do livro e da leitura".

Conforme a tradição, no encerramento da solenidade, o Xerife José Júlio La Porta e o patrono Paixão Cortes, percorreram as vielas da Feira portando respectivamente o sino e a matraca, instrumento folclórico usado para chamar as pessoas à reuniões, provando que nesse ano a Feira do Livro de Porto Alegre será mais folclórica do que nunca.

 


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