A chama da tradição Imprimir
Escrito por Giovani Gafforelli   
Terça, 10 de Setembro de 2013 - 01:04

chamaA Chama Crioula, símbolo da tradição gaúcha, está acesa desde sábado (7/09), no Parque Maurício Sirotski Sobrinho. E conta a história que sua origem está no dia 7 de setembro de 1947, quando oito jovens liderados por João Carlos D’Avilla e Paixão Cortes fizeram o primeiro desfile da semana da Pátria, e retiraram da pira uma centelha do Fogo Simbólico para acender o candeeiro crioulo, guardado no Colégio Júlio de Castilhos. Assim surgiu a histórica Chama Crioula, que simboliza o apego do gaúcho à sua terra, além do seu espírito nativista de valorizar a cultura tradicional; uma demonstração de patriotismo e amor ao Rio Grande do Sul e suas tradições.

Para a patrona do Piquete do Centro de Tradições Gaúchas 35, Márcia Gomes, a Chama a Crioula é o “centro do evento” e sem ela as festividades não aconteceriam: “A chama crioula serve para unir os povos, o fogo une os povos com a sua energia, com seu calor, com sua força” explica Márcia.

De acordo com o sentinela que integra a equipe de guardiões da Chama Crioula, Alexandre Alt, do Piquete Haragan, a sua função é “proteger a tradição do Rio Grande do Sul e não deixar nunca esse fogo se apagar”. Alexandre ainda explica que a escala dos sentinelas muda a cada 50 minutos, e cada piquete tem um turno de sentinela.

 


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