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Brasil conquista sua melhor classificação na história do WMA Imprimir
Escrito por Gabriel Guidotti   
Quinta, 31 de Outubro de 2013 - 09:45

chichoApós quase duas semanas de provas, o 20º Mundial de Atletismo Master 2013 chega ao final com uma importante marca: o Brasil conquistou o segundo lugar no ranking geral de medalhas - sua melhor colocação na história dos jogos. O país ficou atrás apenas dos Estados Unidos, que competiu com 17 atletas olímpicos. Entre os 4158 competidores inscritos, provenientes de 82 países, 14% eram brasileiros.

Até então, a melhor classificação ocorreu na Itália, em 2007, onde o Brasil ficou com o 8º lugar ao conquistar 46 medalhas, sendo 18 de ouro. Na edição deste ano, o país garantiu 146 medalhas, sendo 56 de ouro, 52 de prata e 38 de bronze. O presidente da Associação Brasileira de Atletismo Master (ABRAM), Francisco Hypólito, não escondeu suas lágrimas ao comentar esta conquista. Para ele, o Mundial Master serviu como um referencial às Olimpíadas de 2016, dando a entender que o sucesso no evento pode ser sinal de grandes conquistas nos Jogos do Rio de Janeiro.

Chiquinho, como é conhecido pela maioria dos atletas, valoriza o desempenho dos participantes brasileiros, destacando o potencial tupiniquim para futuras conquistas no esporte. “Tendo a estrutura para isso, nós seremos uma potência no atletismo”. Apesar de alguns problemas, ele faz uma avaliação 90% positiva do evento. “Aconteceram alguns percalços que a EPTC e a Polícia Civil trataram de superar”.

Hypólito projeta um futuro brilhante para o Brasil no atletismo master, porém é preciso investimentos, desde os primeiros anos do ensino fundamental. “O esporte dá exemplos de vida, tira da drogadição, da doença e do alcoolismo. Precisamos atrair o jovem e dar as condições para ele se transformar em uma atleta”. Apontou, ainda, a necessidade de um trabalho em conjunto entre as esferas municipal, estadual e federal para o país chegar ao topo. “O exemplo precisa vir de cima para baixo”, argumenta.

No encerramento, o presidente informou que o campeonato no Brasil não foi concebido para se destacar nos equipamentos à disposição, mas sim no calor do povo porto-alegrense. “Este é o maior legado, mostrar a integração entre países, a confraternização entre as pessoas, independentemente da idade”, conclui.

 


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