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Anjos que salvam vidas Imprimir
Escrito por Daiane Bochi   
Segunda, 16 de Maio de 2011 - 13:18

daiane-fisioNa última quinta-feira (12/05), comemoramos o Dia do Enfermeiro(a). A data existe desde 1938, quando o presidente Getúlio Vargas assinou o Decreto de número 2956, instituindo a uma forma de prestar homenagens aos profissionais que atuam em hospitais e nas escolas de enfermagem. É também uma data para lembrar da primeira enfermeira brasileira, Anna Néri, falecida em 1880, que atuou como voluntária na Guerra do Paraguai (1864), ao prestar serviços de enfermagem nos hospitais militares e da frente de operações.

Infelizmente nem sempre esses profissionais são lembrados e valorizados como deveriam. Eles que se dedicam a salvar vidas geralmente são lembrados com o carinho e reconhecidos apenas nos momentos de dores ou em atos heróicos.

O que percebo ao longo da minha vida, onde sempre necessitei de cuidados especiais desses profissionais, é que cada vez mais se aperfeiçoam os métodos para tratar os pacientes. Eu mesma nunca fui tão bem atendida nestes 31 anos de vida, como ao receber os cuidados de uma profissional competente, o meu grande anjo, que é a enfermeira Márcia Castro.

Para ela não basta executar os procedimentos de enfermagem necessários. Sempre que pode está presente na vida das pessoas que auxilia. Por isso, a enfermeira Márcia faz a diferença entre os profissionais. E é a ela que eu quero agradecer, neste dia em que esses profissionais da saúde são homenageados, através deste texto e mais algumas palavras que evoco de coração: Márcia, muito obrigado!

Oração da Enfermeira

Senhor! Na minha vida de Enfermeira, no desempenho das minhas atividades, toma as minhas mãos entre as tuas, unge-as com a tua bênção e ensina a servir de uma maneira desinteressada como o teu filho Jesus nos exemplificou. Diante de mim corpos disformes, criaturas abandonadas ao seu destino, morte e sofrimento se desenrolam no dia-a-dia como se fora algo normal. Talvez seja sim. Com certeza que tudo acontece sob as tuas vistas e sob o teu consentimento. Mas tem certas coisas que não consigo entender ó meu Deus... A solidão dos enfermos desamparados pelos familiares, à dor da partida súbita, a falta da sensibilidade de alguns profissionais da área... Ah! meu Deus, como dói. Enfim Senhor, não me abandone jamais quando eu estiver exercendo este mistério tão nobre. Que eu enxergue nos meus pacientes a tua imagem e, num gesto único de amor e desvelo, eu me entregue de corpo e alma aos teus cuidados, em prol da vida. Abençoa Senhor a todos que, neste momento lutam e se dedica a vida.

Fonte: Sônia Maria Cidreira de Farias

 


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