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Capa Memória Geral TRE promove ‘votação paralela’ para garantir a segurança e transparência do processo eleitoral
TRE promove ‘votação paralela’ para garantir a segurança e transparência do processo eleitoral Imprimir
Escrito por Moisés Machado   
Sábado, 04 de Outubro de 2014 - 23:31

votaçãoparalela03Neste sábado (04/10), no plenário do Tribunal Regional Eleitoral do Rio Grande do Sul (TRE-RS), do universo de 27.070 equipamentos que serão utilizadas na votação oficial, três delas foram sorteadas para a "Votação Paralela", no Estado.

Adotado desde 2002, o procedimento, conforme a Justiça Eleitoral, tem o objetivo de auditar os equipamentos para demonstrar a segurança do voto eletrônico e comprovar que as urnas funcionam corretamente. "Esse processo visa fundamentalmente fiscalizar que o voto seja computado e transmitido para o TER-RS, esse é o motivo dessa reunião hoje aqui", declarou o juiz do Pleno Tribunal, Luis Felipe Paim Fernandes.

Obrigatoriamente devem ser sorteadas duas urnas do interior e uma da capital, foram sorteadas uma urna de Marau e outra de Sapiranga e mais a urna de Porto Alegre. Conforme o TRE, ainda na tarde deste sábado, elas serão retiradas de suas seções e substituídas por urnas de contingência. Os equipamentos serão trazidos para o Palácio da Justiça, na capital.

A auditoria começará no horário da votação, neste domingo, 05/10, das 8h às 17h. Durante todo o domingo, com as cédulas colhidas no sábado e preenchidas pelos presentes na sessão, simula-se uma votação nas urnas eletrônicas sorteadas. Os dados também são digitados em um computador, em sistema especialmente desenvolvido para a Votação Paralela. Todo o processo é filmado e, ao final, os boletins com os resultados das urnas eletrônicas são comparados com os dados inseridos no Sistema de Votação Paralela e com as cédulas originais. O processo é filmado e pode ser acompanhado pela população diretamente no palácio, localizado na Praça Marechal Deodoro, 55.

Às 17h,quando encerra a votação, o Boletim de Urna, que traz a totalização dos votos, será comparado com os votos das cédulas em papel, para ratificar que a contabilização foi feita de maneira correta. O processo de auditoria é presidido pelo juiz do Pleno do Tribunal Regional Eleitoral do Rio Grande do Sul, Luis Felipe Paim Fernandes, e conta com a participação de partidos políticos, Ministério Público Eleitoral e entidades representativas da sociedade e a empresa Maciel Auditores, contratada para o processo.

 

 


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