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WMOC é ponto de encontro e confraternização Imprimir
Escrito por Gabriel Guidotti   
Segunda, 03 de Novembro de 2014 - 12:29

dinamareditadaO Mundial Master de Orientação (WMOC, sigla em inglês), teve sua primeira prova de sprint na manhã de domingo (02), no Parque Marinha do Brasil. Apesar da chuva intensa, competidores botaram a superação em jogo e correram para provar que este é um esporte praticável por qualquer pessoa. Em meio a esse evento multicultural, algumas figuras se destacam por correr com entusiasmo de uma criança, mesmo que em idades avançadas.

O dinamarquês Arne Grondahl, apesar do cansaço, mostrou-se categórico na avaliação da prova de hoje. “Foi muito fácil”. Aos 71 anos, em boa forma, afirma que seu segredo é correr muito rápido, mais que os outros, embora seu objetivo não seja ganhar uma medalha, mas sim conhecer novas pessoas e novos métodos de treinamento. Praticante da modalidade desde que era um menino, seus frutos não caíram muito longe do pé. Ele tem duas filhas; outrora, duas fervorosas praticantes o esporte. Entretanto, o tempo delas ficou curto e a Orientação ficou em segundo plano em suas vidas. “Hoje estão muito ocupadas para isso”, conforma-se.

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Do lado feminino, e componente da delegação sueca, Gunilla Wickenberg, ao fim da prova, brincou sobre sua idade. “Tenho 79 anos. “Minhas concorrentes têm 75. É uma grande diferença”, constatou alegremente. Para ela, a Orientação é mais que uma modalidade de esporte, é um modo de vida que lhe dá exercício e concentração, além de encorajá-la a continua vivendo à plenitude. No sprint da manhã, confessa que errou o caminho em alguns lugares, mas ainda assim se sente uma vencedora. “Foi muito legal sair e fazer isso”, conclui.

 


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