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Nova política de atenção à saúde de gestantes é lançada no estado Imprimir
Escrito por Anselmo Cunha   
Terça, 30 de Agosto de 2011 - 17:38

rede-cegonhaEntidades políticas ligadas à saúde estiveram reunidas nesta sexta-feira (26/08), na Assembleia Legislativa de Porto Alegre, para o lançamento da Rede Cegonha no estado, um programa que busca alcançar melhorias no atendimento a gestantes e recém nascidos.

Para melhorar o cuidado com as gestantes e diminuir os altos índices de mortalidade infantil e materna foi estabelecido no Estado o projeto "Rede Cegonha RS", mantido pelo Sistema Único de Saúde (SUS). A intenção é tratar de uma política de atendimento à saúde da gestante e estabelecer um maior cuidado, desde o momento em que é detectada a gravidez, através de testes gratuitos em postos de saúde, até o nascimento de seu filho, período em que as crianças receberão acompanhamento médico até completarem dois anos de idade.

O projeto foi apresentado pelo presidente da Assembleia Legislativa, deputado Adão Villaverde, pela ministra-chefe da Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República, Maria do Rosário e o secretário de atenção à saúde do Ministério da Saúde, Helvécio Magalhães. O evento teve como mediador o secretário estadual de Saúde, Ciro Simoni.

Helvécio comentou a importância do projeto ao afirmar que já havia grandes avanços em relação ao tratamento pré-natal, mas isso não bastava para diminuir os índices de mortalidade. "Nós podemos dizer que os índices brasileiros sãos inaceitáveis pelo ministério da saúde", relatou Helvécio. O ministro ainda afirmou que programas como o Rede Cegonha são fundamentais para diminuir este problema e trazer mais qualidade de vida as mulheres gestantes e a seus futuros filhos.

A presidente da Comissão de Saúde no Parlamento gaúcho, deputada Marisa Formolo (PT) aproveitou o evento para abordar outros aspectos em relação ao tema. Para ela, não basta só melhorar o atendimento médico às gestantes, é preciso também que se trabalhe questões sociais. " Não basta só tratar da saúde, preciso que se supere o problema da fome e os problemas educacional e profissional", ressalta Marisa.

A secretária de Estado de Políticas para as Mulheres, Márcia Santana, assim como a secretária executiva da Rede Feminista de Saúde, Telia Negrão, reconheceu os benefícios do projeto, porém comentou a necessidade de uma atenção integral à saúde da mulher não só durante o período de gestação. Para elas, o projeto deveria estender-se também ao auxílio no planejamento familiar, assim como atendimento as mulheres vítimas de violência sexual.

 


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