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O Pré-Sal é nosso! Imprimir
Escrito por Cissa Madalozzo   
Segunda, 14 de Dezembro de 2009 - 14:53

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O seminário 'O Brasil e o Pré-Sal, uma perspectiva para o Brasil e o Rio Grande do Sul", realizado no Teatro Dante Barone, da Assembléia Legislativa, no último dia 4 de dezembro, foi esclarecedor ao tratar da riqueza que envolve o Pré-Sal, bem como as vantagens econômicas para o nosso Estado.

Foram debatidos no seminário os aspectos geopolíticos e econômicos, as perspectivas e benefícios que a participação das empresas e da nova estatal, a Petrosal, trarão aos Estados e à população brasileira. Os royalties e os investimentos em saúde, tecnologia, segurança educação, cultura e meio ambiente, também foram temas em destaque no seminário.

Os números revelam uma quantia na casa dos bilhões. E para termos uma idéia, só os planos de investimentos da Petrobrás chegarão a R$ 174, 4 bilhões, até 2013, quantia relevante e robusta para a economia do país que se fortificará na sua geopolítica. A perspectiva de retorno para o país fica na casa dos trilhões.

O representante do Comitê Gaúcho em Defesa do Pré-Sal e vice-presidente da Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos, Marcus Coester, frisou a importância do Estado em relação à plataforma no porto do Rio Grande. "Apesar de não termos o Pré-Sal no Estado, teremos a indústria do Pré-Sal aqui", e complementou: "Esperamos que a construção do dique seco, no porto de Rio Grande, não seja o final, mas sim o início de um processo de industrialização e desenvolvimento para o Município e o Estado". O dique seco foi planejado para possibilitar a construção e o reparo de unidades de perfuração, tarefas até agora empreendidas fora do País.

Em torno de quatro mil profissionais foram treinados para atender a demanda do Rio Grande do Sul na área de grandes serviços, e outros três mil já estão em treinamento.

"Não podemos ter preconceito com a origem do capital e das sedes internacionais", afirmou o presidente do Instituto Brasileiro de Petróleo, Gás e Biocombustíveis, Álvaro Alves Teixeira. "Isto não é uma política industrial, é de controle e cobrança. Esta é a melhor maneira". Para ele é preciso estabelecer o mínimo e o máximo na licitação e na graduação da proposta desenvolvida.

A polêmica questão dos Royalties foi posta em discussão, mas o presidente da Petrobrás, José Sérgio Gabrielli de Azevedo não quis rebater os comentários do deputado federal Henrique Fontana (PT), ao manifestar a importância da votação do Fundo Social. "Vamos aguardar a votação do projeto na Câmara dos Deputados", afirmou Gabrielli evitando polemizar mais o assunto. Para o presidente da Petrobras a descoberta do pré-sal brasileiro significa "um enorme potencial de crescimento da capacidade de produção de petróleo. Muito acima do que se podia imaginar há cinco ou dez anos atrás".

As palavras, mais incentivadoras foram as do presidente do Legislativo, o deputado Ivar Pavan (PT), que afirmou: "O Brasil caminha para o patamar de primeiro mundo. Vamos fazer do país uma nação desenvolvida".

 


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