Como chegar cedo na aula? Imprimir
Escrito por Giovani Gafforelli   
Quinta, 02 de Maio de 2013 - 13:44


IMG 2037capaNão é novidade que os acessos ao Centro Universitário Metodista do IPA são complicados. O jeito é arranjar outros meios, que não o famoso T9, para “subir a colina” e chegar aos domínios da faculdade.

O coordenador de Dimensionamento de Trânsito da EPTC, André Krause, afirma que “por enquanto, não existem planos para criação de uma nova linha de ônibus que vá até o IPA, pois já foram remanejados os últimos três horários da linha 520-Triângulo em direção à faculdade”. Segundo ele, o que pode ser feito é a mudança deste horário da linha 520, para que ela passe mais cedo ou mais tarde, dependendo da demanda dos estudantes. 

O fato é que a maioria dos estudantes que vêm ao IPA para as aulas sofre ao transitar nos ônibus da linha T9, pois geralmente encontram-se lotados. Se a opção é esperar por outro ônibus é preciso, então, enfrentar uma longa espera na parada. O estudante Alan Dihonez, do curso de Publicidade e Propaganda do IPA, encontrou outro meio de chegar ao campus: de bicicleta. “A bicicleta facilita a vida e é bem mais viável do que um carro, pois não tem trânsito para o ciclista”, revela. 

Para a estudante de Jornalismo Gisele Gonçalves, que chega ao IPA de T9, a solução para os atrasos nas aulas ainda está longe de ter um desfecho, mas ela sugere: “na melhor das hipóteses, demoro em torno de 40 minutos. A saída, então, é aumentar a frota do T9 e diminuir o intervalo entre um ônibus e outro, ou criar uma linha alternativa que chegue até o IPA e região através de um trajeto mais curto". Segundo a estudante, o T9 dá muitas voltas.

Muitos alunos do IPA pensam como Gisele e quem se sente prejudicado deve reivindicar através dos diferentes canais de interatividade da EPTC ou da Prefeitura Municipal um transporte que possibilite seu ir e vir. Afinal, é um direito do cidadão que contribui com impostos desfrutar de uma boa infraestrutura. Outros, como Alan, preferem o uso de bicicletas ou motos para chegar à faculdade, mas esbarram no fator distância ou na questão financeira.

Segundo o professor de educação física da Associação Desportiva do IPA, Zilton Zandonai, “vir de bicicleta para a faculdade representa um acréscimo muito grande de qualidade de vida. Fazer uma atividade física, melhorar o condicionamento do sistema cárdio respiratório que é o trabalho aeróbio, ao invés do aluno vir pra academia pedalar, ele usaria este tempo para fazer mais uma atividade, pois já viria pedalando”, conclui.

Para não assistir a aula suado, a alternativa que o IPA oferece para quem chegar pilotando a bicicleta é o uso dos vestiários da ADIPA, onde se pode tomar banho e trocar de roupa. Segundo o segurança do campus, Adriano Oliveira dos Santos, para incentivar o uso da bicicleta a instituição coloca à disposição dois bicicletários - um que fica próximo ao prédio C e outro que fica atrás do prédio A.

Outra alternativa para se chegar ao IPA é a moto. Segundo o técnico do laboratório de impressos do curso de Jornalismo do IPA, Carlos Tiburski, que vem para a faculdade de motocicleta, a prática é mais que uma simples maneira de poupar tempo e economizar dinheiro na gasolina. “Quem anda de moto geralmente o faz por prazer; é mais uma paixão do que, simplesmente, uma questão econômica ou de mobilidade urbana, que é um caos”. Assim, Carlos acredita que andar sob duas rodas tem mais haver com uma filosofia, com um ritmo diferente de levar a vida.

Para Carlos, os preços do estacionamento são acessíveis e estão dentro da média de outros lugares. “Considerando o serviço que o estacionamento do IPA oferece, que é terceirizado, é justo dizer que o valor está dentro do esperado”. Mas Tiburski ainda sugere o espaço das motos seja ampliado e coberto.

 


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